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Museu Aberto - Uma porta aberta sobre Campo Maior

Publicado em 09-07-2008
Casa do Assento

Uma porta aberta para quem quiser conhecer Campo Maior. O que é, o que foi e quais as origens desta vila do interior do alto Alentejo. Este é o objectivo do “Museu Aberto”. Não só dar a conhecer Campo Maior a quem vem de fora, mas mostrar aos campomaiorenses o seu valor, para que deste modo o preservem e o mostrem com orgulho.

É com entusiasmo que a Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Campo Maior, Ana Golaio apresenta o projecto “Museu Aberto” como uma “forte aposta a nível museológico”. Segundo ela, “a ideia deste museu é a de uma pessoa poder fazer a caminhada por Campo Maior sem ter caminhado dentro da mesma”, ou, como explica Carlos Saldanha, Chefe da Divisão Administrativa e Financeira da Câmara Municipal, “ter um espaço que vai funcionar como uma porta aberta para a visita e conhecimento de todo o património do concelho”.

Segundo Carlos Saldanha, com o projecto “Museu Aberto” não tencionamos apenas servir os visitantes mas também os Campomaiorenses. Pretende-se levar a comunidade a participar na valorização do património, “de serem eles os preservadores e divulgadores desse mesmo património”. Dar a conhecer a vila a todos os visitantes e criar uma relação de comunhão e convivência da comunidade com esse património, de modo a que os campomaiorenses “gostem do que têm e tenham noção do seu valor e da sua importância para a comunidade, para que o defendam”, sublinha o técnico.
Este projecto vem desmistificar a ideia de um museu como um espaço fechado, em que se preserva o passado, as tradições, os monumentos, tudo aquilo que faz parte da história e cultura de um povo mas que está compartimentado.

O visitante pode acompanhar seis roteiros diferentes pela história de Campo Maior: o romano, o medieval, o moderno, o paisagístico, o religioso e o gastronómico. Assim, o visitante tem, não só uma perspectiva de visita pela vila mas também da evolução de Campo Maior e chamar a atenção nos vários períodos daquilo que é mais representativo, o que vai permitir ao visitante escolher o seu circuito.

Para além dos seis roteiros apontados, este museu vai também apresentar uma zona reservada à etnografia e algumas salas de artes e ofícios. Aqui vão ser instaladas pequenas oficinas destinadas a artesãos locais, para que os visitantes testemunhem em tempo real, ao fabrico de algumas obras de artesanato.

Foi na antiga Casa do Assento que se encontrou o local ideal para o desenvolvimento desta iniciativa. No entanto foi necessário processarem-se algumas renovações no edifício, visto que este se encontrava em substancial grau de degradação. O município de Campo Maior encetou assim, nesta primeira fase, à recuperação do edifício. Aponta Carlos Saldanha que “a Casa do Assento, sendo um edifício do século XVIII projectado por um engenheiro militar, é um dos edifícios mais bonitos de Campo Maior e também um dos melhor construídos. É bastante robusto, geométrico, as janelas e as portas são quase completamente simétricas entre si e é um edifício que tem múltiplas potencialidades”.

Pretende-se assim pegar numa construção emblemática e utilizá-la como “porta para o resto do património”. Contudo, segundo Ana Golaio, “apenas se irá modificar o interior do edifício, mantendo-se o traçado original. Era importante manter essa beleza”.

O projecto “Museu Aberto” insere-se no programa de cooperação transnacional da Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), INTERREG – MEDOCC IIIB, que não é mais do que um plano de cooperação entre países da zona mediterrânica ocidental que tem como um dos principais objectivos, a gestão do património cultural. Os propósitos deste programa devem ser atingidos por intermédio de parcerias de modo a fomentar a troca de experiências e um desenvolvimento duradouro, harmonioso, equilibrado e que possa contribuir para uma melhor integração territorial da área do Mediterrâneo Ocidental. Nesta conjuntura são parceiros de Campo Maior, Llloret del Mar (Espanha), Pisa (Itália) e Salónica (Grécia). O projecto é quase na sua totalidade financiado pelo FEDER, sendo que apenas uma pequena fatia será proveniente de comparticipações nacionais.

Convénio e Estatutos da “Euro-Região ExtremAlentejo” assinado em Campo Maior

Publicado em 03-07-2008
Assinatura de Convénio e Estatutos

A Euro-Região ExtremAlentejo é cada vez mais uma realidade alcançada pelas Câmaras Municipais dos Concelhos Fronteiriços do Alto Alentejo e Extremadura. Com a assinatura do Convénio e Estatutos deste projecto do Programa de Cooperação Transfronteiriça (PCT) criou-se a estrutura jurídica necessária para encetar projectos comuns às povoações assinantes.

Nesta reunião estiveram presentes e assinaram os Presidentes ou representantes legais das Câmaras Municipais de Albuquerque, Arronches, Badajoz, Campo Maior, Elvas, La Codosera, Olivenza e Portalegre, faltando apenas o Presidente da Câmara Municipal de Estremoz que, no entanto, comunicou aos demais que subscreveria e assinaria o contrato posteriormente à reunião.

Este acordo, que surge como continuação da Declaração de Olivenza subscrita no passado dia 17 de Março, representa o intensificar dos laços de união entre os municípios que o compõem. Desta ligação esperam-se melhorias e desenvolvimentos, fundamentalmente nas áreas do turismo, património e cultura, empresas e inovação, comércio, cidadania, educação e desporto, emprego, transportes e logística, serviços sociais, ordenamento do território e meio ambiente, de modo a reforçar a coesão económica e social.

Segundo o Presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, João Manuel Burrica, “este acordo tem como denominador comum a vontade de criar uma coesão territorial transfronteiriça que nos permita, neste período de 2007/2013, obter fundos comunitários para projectos comuns, e no futuro, continuar a beneficiar desta associação de municípios”.

O autarca considera que este acordo representa uma porta de futuro para a criação de mais sustentabilidade, oportunidades e qualidade de vida nesta região, nomeadamente no Alto Alentejo e Extremadura. Aponta, no entanto, que “este é um dia de festa mas também de intensa responsabilidade”. Já Germán López Iglesias, Concelheiro de Cooperação Transfronteiriça e representante legal do Ayuntamiento de Badajoz, entende que “esta é uma colaboração muito importante e irreversível”. Sublinha ainda que este acordo, embora que formalizado inicialmente por nove concelhos, tem potencial para, de futuro, ver aumentada a sua constituição.

Nesta reunião ficou aprovado o Convénio e os Estatutos do Agrupamento de Cooperação Territorial “Euro-Área ExtremAlentejo”, definiram-se o Ministério das Administraçõpes Públicas em Espanha e o Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional em Portugal como as autoridades competentes que devem dar a autorização para que este acordo seja juridicamente conforme, e acordou-se uma próxima reunião para as 12 horas do dia 17 de Julho, em Arronches.

Inauguração da renovada Ermida de S. Pedro

Publicado em 03-07-2008

Os termómetros ameaçavam chegar aos 40 graus, quando no dia 29 de Junho, às 17 horas, o Cónego Donaciano Marques Afonso deu início à bênção da renovada Ermida de S. Pedro.

Perante a reunião de várias dezenas de campomaiorenses que queriam fazer parte da celebração desta bênção e inauguração, e alguns curiosos com o resultado das obras num local, que há não muito tempo era considerado como abandonado e mesmo perdido para sempre, o cónego deu início à missa campal, no espaço exterior da ermida.

O sol forte e o ar seco não demoveram os presentes que permaneceram até perto das 18.30 horas embalados pelas palavras do cónego, na celebração da santa missa.

No final da homilia, o Cónego Donaciano Afonso deu excepcionalmente a palavra ao Presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, João Manuel Burrica, que teve assim oportunidade de engrandecer o património campomaiorense, as relações que a autarquia mantém com as outras instituições da vila, neste caso a igreja católica, e o empenho dos trabalhadores do município.


“Esta obra serviu para requalificar e dar nova vida a este espaço tão bonito, que irá certamente dignificar todos os campomaiorenses”, apontou o autarca. João Manuel Burrica sublinhou ainda que “a Câmara Municipal continua nesta senda de trabalho sério, para os campomaiorenses e para tornar a nossa terra mais bonita”.

O presidente mostrou-se mais uma vez empenhado em defender o trabalho realizado pelos operários da autarquia, afirmando que estes “são pessoas extremamente válidas e empenhadas em fazer coisas bonitas para todos os campomaiorenses”, deixando também uma palavra de apreço para Carlos Saldanha, Chefe da Divisão Administrativa e Financeira da Câmara Municipal, e para o engenheiro Galveias, que conjuntamente com o responsável pela secção do pessoal, Manuel Gonçalves, “tornaram possível este magnífico espaço que todos nós agora podemos desfrutar”.

João Burrica apelou ainda ao civismo da população, de modo a que o “continuem a desfrutar e preservar a Ermida de S. Pedro com respeito e responsabilidade, para que todos nós a possamos visitar diariamente e dizer que valeu a pena construir este magnífico espaço.”

A Ermida de S. Pedro encontra-se agora aberta ao público aos fins-de-semana, das 10 às 12 horas e das 18 às 20 horas, sendo que o espaço exterior ao templo abre todos os dias às mesmas horas.

11º Festival Infantil da Canção e 1º Festival Karaoke

Publicado em 03-07-2008
Campo Maior assistiu a mais uma grande noite de música protagonizada pelos seus jovens cantores e dos concelhos vizinhos, na passada sexta feira, dia 29 de Junho, às 21.30 horas.

Sob uma quente noite de Verão, os cantores sucederam-se no palco do Largo dos Carvajais, para gáudio da plateia, constituída por várias centenas de Campomaiorenses que acorreram ao local.

Ao anual Festival Infantil da Canção, que conta já com 11 edições, juntou-se este ano a categoria de Karaoke, aberta a participantes de todas as idades.

O Festival Infantil começou com a participação dos cantores da 1ª categoria, onde competiram jovens dos 4 aos 8 anos. Seguiram-se os cantores da 2ª e 3ª categoria (dos 9 aos 14 anos e dos 15 aos 18 anos, respectivamente), ficando para último a nova categoria, Karaoke.

Já a noite ia longa quando terminaram as actuações dos concorrentes e chegou a hora de congratular todos e premiar os melhores que passaram pelo palco.

Com prémios monetários de 200 euros para os primeiros, 150 euros para os segundos e 100 para os terceiros classificados de cada categoria, foram contemplados os seguintes participantes:
1ª Categoria2ª Categoria
1.º - Leonor Alegria1.º - Paula Carapeto
2.º - João Ricardo Carriço2.º - Jéssica Caldeira
3.º - Pedro Caldeira 3.º - Miguel Candeias
3ª CategoriaKaraoke
1.º - Mara Perleques1.º - Teresa Monteiro
2.º - Joel Moriano2.º - Paula Carapeto
3.º - André Caldeirão3.º - Ana Sofia Cunha

 


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